O Curso

Dividido em quatro áreas de formação (aulas, atividades, práticas e orientação) o Projeto VOCACIONADOS busca proporcionar uma base missiológica, teológica e prática para que os interessados no trabalho missionário empreguem no Reino de Deus toda a sua disposição e disponibilidade, enfatizando a importância da missão integral para a proclamação do Evangelho de Cristo.

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Banco Central em texto

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O Projeto Vocacionados (PVOC) tem como aula prática os Impactos Missionários. Nesta área de atuação são desenvolvidas ações sociais e evangelísticas para atender determinada comunidade. No dia primeiro de maio, visitamos o distrito de Banco da Vitória em Ilhéus e, contamos com o apoio da igreja local, liderada pelo pastor José Fernandes que nos auxiliou nas atividades. Participaram aproximadamente 30 alunos e 10 coordenadores do PVOC, empenhados em servir ao reino com fundamento na missão integral, que visa à valorização do ser humano em seus diversos aspectos, assim como fez o mestre Jesus, proclamou o evangelho e o evidenciou com suas obras.

No período da manhã nos organizamos em grupos para evangelização e divulgação das atividades que seriam realizadas. Visitamos as casas e estabelecimentos para comunicar as pessoas o amor de Deus e ações sociais que os contemplariam. A equipe foi bem recebida e houve uma conversão neste período.

À tarde as equipes de trabalho receberam a comunidade com as diversas ações planejadas. As crianças participaram ativamente das atividades de entretenimento próprias para sua faixa-etária, contamos com a participação de 120 crianças, no espaço da escola local, que ouviram sobre o plano da salvação, de forma descontraída e muito divertida. Ainda no colégio foi reservada uma sala para receber jovens e adolescentes com uma exibição de filme, que tinha por temática a motivação de jovens baseada em princípios bíblicos. Na praça principal foram realizadas oficinas de Crochê Indiano e confecção de artesanato de cipó imbé que atraíram pessoas interessadas em aprender estes ofícios. Neste local, cortes de cabelo foram realizados gratuitamente para alcançar o público masculino. Ainda preparamos um culto na praça com música e teatro para proclamar o evangelho. Ao mesmo tempo atendíamos um público feminino no posto de saúde com a palestra “Cuidados com a Saúde da Mulher” e foi aferida a pressão, com uma técnica em enfermagem da nossa equipe.

Sentimos-nos felizes quando visualizamos a realização do que foi planejado na direção de Deus, pois também contamos com um grupo de oração, que intercedeu durante o dia, pela comunidade e pelo trabalho que estava sendo realizado. Nossa equipe previamente arrecadou materiais para doação, como roupas e calçados que foram disponibilizados na praça pela equipe da ação social, para oferecer aos interessados, ainda arredamos alimentos e foram montadas sete cestas básicas e distribuídas para famílias necessitadas.

À noite foi realizada uma exibição do filme o “Fazendeiro e Deus”, na praça principal com intuito de mostrar que através da nossa fé, Deus pode transformar situações impossíveis em realidade. Foi extremamente gratificante realizar este trabalho e, percebemos o agir e cuidado de Deus em cada atividade, pois seu maior interesse é que nos disponibilizemos a realizar a sua obra.

Continuamos orando pela igreja local para que Deus continue fortalecendo e esta esteja sempre com o intuito de responsabilidade social e, pela comunidade para Deus restaurar cada vida.

terça-feira, 25 de maio de 2010

Impacto Missionário em Imagens

Banco Central, 1 de maio

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O que é a Igreja?

igreja

Para muitas pessoas, a palavra “igreja” significa um prédio grande, onde os cristãos se encontram. Para os cristãos, ela geralmente significa o local em que eles se encontram com outros cristãos para louvar a Deus. Ela pode ser um lar, uma escola, uma igreja ou embaixo de uma árvore. A palavra significa tanto o local quanto o
grupo de cristãos e pode significar também um agrupamento muito maior de igrejas, que acreditam nas mesmas coisas e possuem uma forma semelhante de adoração.


A primeira vez que Jesus usou a palavra que é traduzida como “igreja” foi no evangelho de Mateus (Mateus 16:18). Ele a usou para descrever o ajuntamento de pessoas que acreditavam nele: seus seguidores. Os primeiros discípulos acreditavam
que Jesus era o Cristo e o Filho de Deus há muito tempo prometido. Após a crucificação e a ressurreição de Jesus,
estes discípulos, inspirados pelo Espírito Santo, desempenharam um papel fundamental no estabelecimento da primeira
igreja com a comunidade de seguidores de Jesus.

Discussão

Em que pensamos quando alguém diz a palavra “igreja”?

Em 1 Pedro 2:4-8, Jesus é descrito como a pedra principal da esquina ou o alicerce. Qual é o significado da pedra principal da esquina ao se construir uma casa? O que isto nos diz sobre o lugar de Jesus na igreja?

Leiam Mateus 16:13-18. O que Jesus quis dizer quando falou sobre “minha igreja”? Lembrem-se de que, naquela época, não havia nenhum prédio que fosse uma igreja. Os primeiros cristãos reuniam-se, às vezes, para adorar a Deus no templo em Jerusalém e provavelmente em sinagogas judaicas, mas principalmente em casas particulares.

O próprio Jesus nunca mencionou a idéia de um prédio ou uma denominação. Por que os cristãos, hoje em dia, parecem achar que estes são tão importantes? Quanto valor damos aos nossos prédios e nossa denominação?

Leiam João 17:20-23. A unidade era muito importante para Jesus. Será que todas as diferentes denominações e grupos que constituem “a igreja” trabalham juntos em unidade de forma eficaz? O que poderíamos fazermelhor? Como isto afetaria o testemunho da igreja?

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Esse trecho foi retirado do Guia Pilares – Mobilização da Igreja produzido pela Tearfund, uma agência cristã evangélica de assistência em situações de desastre e desenvolvimento, que trabalha atravésde parceiros locais, procurando trazer auxílio e esperança àscomunidades carentes por todo o mundo.

Para saber mais:

http://tilz.tearfund.org/Portugues/

 

Cartas do Diabo ao seu aprendiz

museu

Há dois erros, iguais e opostos em que a nossa raça pode incorrer quando de demónios se trata. Um é descrer da sua existência. Outro é crer nela e sentir por eles um interesse doentio. C.S.Lewis

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Bem, cabe uma explicação. A próxima aula da turma 1 é Batalha espiritual. Aí lembrei de Lewis.

Neste livro de ficção “CARTAS DO INFERNO”, Screwtape demonio veterano e experimentado, escreve cartas ao seu jovem sobrinho Wormwood um demónio em inicio de carreira, explicando-lhe como conquistar a alma do paciente que lhe foi atribuído, um jovem recém-convertido. Wormwood falha, sujeitando-se às aterradoras penas do Inferno.

Com humor, Lewis analisa a atividade tentadora na vida do dia-a-dia, invertendo o ponto de vista. Para o demonio Screwtape só  interessam resultados: minar a formação da fé e impedir o desenvolvimento de virtudes cristãs. E o melhor método é envolver o paciente numa grande manipulação, numa estrada macia, sem sobressaltos para o Inferno.

São 31 cartas. Aqui vai a de nº 2.

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Carta nº 2

Meu Caro Wormwood:

Vejo, com muito desgosto que sua vítima tornou-se um cristão. Nem por sonho alimente a esperança de que poderá escapar aos castigos normais; com efeito, em seus melhores momentos, espero que você nem mesmo pense em tal coisa. Enquanto isso é preciso que façamos o possível para remediar essa situação tão indesejável. Não é necessário cairmos no desespero, conta-se por centenas esses convertidos em idade adulta que foram reconquistados, depois de uma breve estada nos arraiais do Inimigo e agora se encontram conosco. Todos os hábitos do paciente, tanto intelectuais quanto físicos, estão ainda a nosso favor. Aliás, um dos maiores aliados que temos hoje é a própria Igreja. Não me interprete mal. Não me refiro à pestilenta Igreja que vemos difundida através dos séculos por toda parte com suas raízes na Eternidade, terrível como um invencível exército com suas bandeiras. ESSE espetáculo confesso que traz insegurança e inquietação aos mais corajosos entre nós. Para nossa sorte, ESTA Igreja é inteiramente invisível aos olhos humanos. Tudo que seu paciente pode contemplar é o prédio inacabado, (pretendendo um estilo gótico) em seu bairro novo. Entrando ali, o paciente vê o dono da quitanda local, com uma expressão de bem-aventurança no rosto, e que se apressa em lhe oferecer um livrinho já bem gasto contendo uma liturgia que ninguém consegue entender mais, e mais um outro livrinho caindo aos pedaços que contem vários textos (corrompidos, por sinal) de poemas religiosos (a maioria, péssimos) e ainda por cima, impressos em letra miúda (chego a pensar que nós os escrevemos) de forma a dificultar ao máximo a leitura. Ao assentar-se num dos bancos e olhar ao redor, o paciente vê justamente os vizinhos que até então evitara. Você deverá acentuar bem na imaginação do paciente alguns detalhes daqueles vizinhos. Faça com que sua mente fique a flutuar entre uma expressão como o corpo de Cristo e os rostos concretos que ele pode ver nos bancos próximos. Interessa muito pouco saber qual seja, na realidade, o tipo de pessoas acomodadas naqueles outros bancos. Pode ser quer você saiba que um de entre eles é ferrenho batalhador nas fileiras do Inimigo. Não há problema. Esse paciente, graças a Nosso Pai lá de Baixo, não passa de um tolo. Contanto que alguns dos seus vizinhos ali estejam cantando desafinados, ou usem sapatos barulhentos, ou tenham dupla papada, ou estejam trajados com ternos antiquados, o paciente poderá logo admitir muito facilmente que a religião de tais semelhantes terá de ser, portanto, de certa forma, ridícula. No estágio em que ele se encontra, compreender o conceito que faz dos cristãos lhe parece espiritual; na verdade, é um conceito totalmente imaginário. Sua mente está cheia de togas e sandálias e armaduras e pernas nuas (restos duma película situada no século I, de modo que, o simples fato de que outras pessoas na igreja estejam a trajar roupas modernas constitui-se numa real - embora seja isso inconsciente - dificuldade para ele. Nunca deixe que essa dificuldade chegue à tona: nunca permita que ele inquira a respeito de como esperava que esses cristãos fossem. Faça força por conservar tudo confuso em sua mente agora, pois assim você terá em que distrair-se por toda a eternidade, dando-lhe o tipo de esclarecimento que o Inferno oferece. Aproveite-se quanto possível, então, da decepção, ou do forte contraste que com certeza virá ao paciente no decorrer das primeiras semanas de freqüência à igreja. O Inimigo permite que o referido desapontamento ocorra na fase inicial de todos os esforços dos seres humanos. Ocorre quando o adolescente que experimentara verdadeiros enleios ao ouvir as histórias da Odisséia passa depois a estudar, com afinco, a língua grega. Ocorre quando os noivos finalmente se casam e começam a real tarefa de aprender a viver junto. Em todas as áreas da vida, esse desapontamento assinala a transição necessária entre as aspirações sonhadas e a realização trabalhosa. O Inimigo se expõe a esse risco porque acalenta a curiosa fantasia de tornar esse nojento vermezinho humano a que Ele chama de seus livres amigos e servos - filhos é a palavra que Ele emprega em sua preferência costumeira por degradar todo o mundo espiritual mediante relações não naturais que estabelece como animais bípedes humanos. À liberdade dos referidos animais Ele, por conseqüência, recusa-se a atraí-los só pelas afeições e pela força de hábito a qualquer dos objetivos que intente com eles. Ele os deixa "agir por si mesmos" (não é incoerente?) Mas felizmente, nisto está uma ótima oportunidade para nós (se aproveitada, claro). Como assim, você diria? Fácil: Se eles saem destes apertos iniciais sem se "arranhar", se tornam mais independentes de suas emoções, e com isso, fica muito mais difícil tentá-los. Até aqui, tenho escrito longamente sempre imaginando que as pessoas sentadas nos demais bancos não dão motivos específicos para o tal desapontamento. Com efeito, se derem motivos - se o paciente souber que aquela mulher de chapéu esquisito é profundamente viciada em jogos de azar, ou que o indivíduo dos sapatos barulhentos é avarento e ganancioso - então seu trabalho como tentador fica muito mais fácil. Você só precisa banir da mente da vítima esta linha de reflexão: "Se eu, sendo o que sou, posso aceitar que até certo ponto sou um cristão, quem poderia distinguir os vícios destas pessoas nos bancos aí ao lado e provar que a religião deles não passa de hipocrisia e mero convencionalismo?". Você pode estar perguntando se é possível evitar esse tipo de reflexão, mesmo se tratando de uma mente humana. Saiba que é sim, Wormwood, pode acreditar! Manipule-o corretamente e verá que isto jamais lhe passará pela cabeça. Seu paciente não terá ainda tempo suficiente de convivência com o Inimigo para aprender acerca da humildade real. O que diz, mesmo quando de joelhos, sobre sua vida pecaminosa, é mera conversa de papagaio. No fundo, ele ainda acha que no balanço da conta-corrente do Inimigo a sua situação é mais favorável, pois ele consentiu em se deixar converter, e acha uma extrema prova de humildade e desprendimento o fato de freqüentar a igreja com essa "corja" de semelhantes medíocres. Faça tudo para mantê-lo o maior tempo possível neste estado de pensamento.

Afetuosamente, seu tio.

Screwtape

Vamos lá…

tod